Fonologia e Gramática do Nheengatú: A língua geral falada pelos povos Baré, Warekena e Baniwa

Author: Aline da Cruz
LOT Number: 280
ISBN: 978-94-6093-063-8
Pages: 652
Year: 2011
€49.00
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Fonologia e Gramática do Nheengatú
A língua geral falada pelos povos Baré,
Warekena e Baniwa
Este trabalho propõe uma descrição do Nheengatú, a variedade
moderna da língua geral amazônica, que teria se desenvolvido a partir
do Tupinambá (Tupi-Guarani, ramo III). O Nheengatú é falado no
alto rio Negro no noroeste da Amazônia do Brasil por Baré, Baniwa e
Warekena, povos que substituíram suas línguas tradicionais do grupo
Arawak do norte pelo Nheengatú. O trabalho é constituído por onze
capítulos, distribuídos em três partes: Fonologia, Morfologia e Sintaxe.
A Fonologia contém a descrição dos fonemas consonantais e vocálicos,
bem como dos ditongos, a estrutura da sílaba, a manifestação do acento, a
estrutura das palavras e processos morfofonológicos. Observam-se aspectos
de convergência entre o Nheengatú e as línguas do substratum Arawak.
A Morfologia é centrada na descrição das classes lexicais: nomes,
verbos, advérbios. Os nomes são subdivididos em relativos ou
autônomos. Os verbos em transitivos e intransitivos, e estes, por
sua vez, em dinâmicos e estativos. Descrevem-se também classes
gramaticais: partículas e clíticos. São apresentados ainda os processos
de lexicogênese nominal e verbal, e a estrutura do sintagma nominal.
A Sintaxe investiga as propriedades de predicados verbais, nominais e
existenciais, bem como as propriedades de orações coordenadas e subordinadas.
Especial atenção é dada às propriedades de predicados existenciais; e à cisão
entre predicados verbais intransitivos em dinâmicos e estativos. Por fim,
analisam-se os fatores que influenciam a ordem dos constituintes nas orações
intransitivas verbais e nominais, bem como nas orações transitivas.

Fonologia e Gramática do Nheengatú
A língua geral falada pelos povos Baré,
Warekena e Baniwa
Este trabalho propõe uma descrição do Nheengatú, a variedade
moderna da língua geral amazônica, que teria se desenvolvido a partir
do Tupinambá (Tupi-Guarani, ramo III). O Nheengatú é falado no
alto rio Negro no noroeste da Amazônia do Brasil por Baré, Baniwa e
Warekena, povos que substituíram suas línguas tradicionais do grupo
Arawak do norte pelo Nheengatú. O trabalho é constituído por onze
capítulos, distribuídos em três partes: Fonologia, Morfologia e Sintaxe.
A Fonologia contém a descrição dos fonemas consonantais e vocálicos,
bem como dos ditongos, a estrutura da sílaba, a manifestação do acento, a
estrutura das palavras e processos morfofonológicos. Observam-se aspectos
de convergência entre o Nheengatú e as línguas do substratum Arawak.
A Morfologia é centrada na descrição das classes lexicais: nomes,
verbos, advérbios. Os nomes são subdivididos em relativos ou
autônomos. Os verbos em transitivos e intransitivos, e estes, por
sua vez, em dinâmicos e estativos. Descrevem-se também classes
gramaticais: partículas e clíticos. São apresentados ainda os processos
de lexicogênese nominal e verbal, e a estrutura do sintagma nominal.
A Sintaxe investiga as propriedades de predicados verbais, nominais e
existenciais, bem como as propriedades de orações coordenadas e subordinadas.
Especial atenção é dada às propriedades de predicados existenciais; e à cisão
entre predicados verbais intransitivos em dinâmicos e estativos. Por fim,
analisam-se os fatores que influenciam a ordem dos constituintes nas orações
intransitivas verbais e nominais, bem como nas orações transitivas.

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